27 maio 2011

Círculo Agratha Christie: Encontro com a morte


Começamos o nosso Círculo Agatha Christie de debates com Encontro com a Morte.
Poste o seu comentário e bom debate!

2 comentários:

  1. Eu fui um dos leitores da obra encontro com a morte de Agatha christie. E na minha opinião a autora quer trazer acima de tudo a lógica e o pensamento de seus leitores. Demostrando isso principalmente com as incríveis estratégias de Hercule Poirot, um de seus personagens favoritos, e um detetive extremamente meticuloso e estrategista, que soluciona os casos mais interessantes e intrigantes.
    Como por exemplo a obra a ser debatida, Encontro com a morte, onde ela consegue solucionar mais um caso com extrema perfeição e responder as diversas perguntas que pairavam no ar, como:
    .Quem matou a Sra. Boynton?
    .Por que razões específicas?
    A obra traz mais uma das grandes tramas da autora.
    Um livro que despertou meu interesse desde as primeiras páginas, até as suas últimas. Onde continha o mais perfeito mistério, e também o personagem mais brilhante criado pela autora.
    Na minha opinião uma de suas melhores obras literárias. Onde eu pude notar cada uma de suas ideias e o que a autora queria acima de tudo promover a seus leitores, a inteligência, a lógica e o gosto pela solução de seus mistérios.

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  2. Sou uma das leitoras dos Livros de Agatha, e acho bem interessante o modo dela esconder o assassino pois não sei como mais o suspense não fica chato a leitura abaixo tem o resumo do livro Encontro com a Morte:
    Hercule Poirot tinha bons motivos para saber que a morte daquela mulher era inevitável. Mrs Boynton era uma mulher cruel, odiada por todos sobre tudo pela sua própria família, e a sua morte seria um alívio para todos aqueles que viviam subjugados pelo seu poder. Quando o seu corpo é encontrado entre as ruínas, em Petra, na Jordânia, o único vestígio da causa da morte é uma pequena marca, no pulso, de uma injeção. Hercule Poirot tem apenas vinte e quatro horas para descobrir quem matou Mrs Boynton e lembra-se de um comentário que ouvira, por acaso, ainda em Jerusalém: _ Compreendes que ela tem de ser morta, não compreendes? São os próprios familiares da vítima, que se sentem finalmente livres, que pedem a Poirot para não investigar a morte da sua parenta. O detetive vai, assim, ter de lutar não só contra o tempo, mas também contra a vontade de todos para desvendar o mistério que envolve a morte de uma das pessoas mais detestáveis de que já ouvira alguma vez falar.

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